“Desde a primeira consulta até o pós-procedimento, tive um acompanhamento cuidadoso. Recebi um diagnóstico preciso e um tratamento que fez toda a diferença.”
Espondilolistese · Belo Horizonte
Espondilolistese ístmica: avaliação especializada em Belo Horizonte
Entenda o deslizamento de uma vértebra e as opções de tratamento. Muitos casos melhoram sem cirurgia: a decisão começa pela avaliação dos seus sintomas e dos seus exames.
Consulta particular · R$ 600
5,0 no Doctoralia 77 avaliações de pacientes
Entenda em imagem
Espondilolistese ístmica: o que significa e como tratar?
O nome pode parecer complicado, mas receber esse diagnóstico não significa que você precisará de cirurgia. Muitos pacientes não apresentam sintomas, e boa parte daqueles que sentem dor melhora com tratamento conservador, principalmente quando o deslizamento é pequeno. O primeiro passo é agendar uma consulta com um especialista em coluna, para avaliar os sintomas, analisar os exames e definir os cuidados adequados ao seu caso.
- Espondilolistese ístmica é o deslizamento de uma vértebra para a frente, mais comum entre L5 e S1. Muitos pacientes não têm sintomas.
- Boa parte de quem sente dor melhora com tratamento sem cirurgia, principalmente quando o deslizamento é pequeno.
- Dificuldade nova para urinar, perda do controle da urina ou das fezes, dormência na região genital ou qualquer perda de força são sinais de alerta.
O que é espondilolistese ístmica?
É o deslizamento de uma vértebra para a frente em relação à vértebra que está abaixo dela. Ocorre com mais frequência na parte inferior da coluna lombar, entre L5 e S1, próximo à bacia.
O termo “ístmica” indica que existe uma alteração em uma pequena ponte óssea na parte de trás da vértebra, chamada ístmo ou pars interarticularis. Essa alteração é conhecida como espondilólise e pode estar relacionada a esforços repetitivos durante o crescimento.
São dois termos diferentes:
- Espondilólise: alteração nessa pequena ponte óssea.
- Espondilolistese: deslizamento de uma vértebra sobre a outra.
Ter espondilólise não significa que haverá deslizamento ou dor.
Quais sintomas podem aparecer?
Algumas pessoas descobrem a alteração por acaso, em um exame realizado por outro motivo. Quando há sintomas, podem ocorrer:
- Dor na região lombar, principalmente durante determinados esforços.
- Sensação de rigidez ou cansaço nas costas.
- Dor que se estende para a nádega ou a perna.
- Formigamento, dormência ou perda de força, quando existe comprometimento de um nervo.
O tamanho do deslizamento, sozinho, não explica toda a dor nem determina o tratamento. É necessário relacionar a imagem com os sintomas e o exame físico.
O que significa o “grau” descrito no exame?
O grau informa quanto uma vértebra deslizou em relação à outra:
| Grau | Deslizamento aproximado |
|---|---|
| I | Até 25% |
| II | Acima de 25% até 50% |
| III | Acima de 50% até 75% |
| IV | Acima de 75% até 100% |
| V | Deslizamento completo, chamado espondiloptose |
Os graus I e II são considerados baixo grau e costumam ter evolução favorável. Deslizamentos maiores exigem uma avaliação mais cuidadosa, especialmente durante o crescimento.
O grau não deve ser usado isoladamente para decidir por uma cirurgia.
Como funciona o tratamento sem cirurgia?
O objetivo é aliviar a dor, melhorar a função e permitir a retomada das atividades. O plano pode incluir:
Ajuste temporário das atividades. Pode ser necessário reduzir esportes, cargas ou movimentos que provoquem dor, especialmente aqueles que arqueiam repetidamente a coluna para trás. Isso não significa abandonar definitivamente a atividade física.
Medicamentos, quando necessários. Analgésicos e anti-inflamatórios podem ser utilizados conforme orientação médica, considerando as condições de saúde de cada paciente.
Fisioterapia e exercícios individualizados. O programa pode trabalhar fortalecimento do abdome e dos músculos que estabilizam a coluna, flexibilidade e controle dos movimentos. A escolha dos exercícios depende dos sintomas e da avaliação: não existe uma sequência única adequada para todos.
Vou precisar de colete ou infiltração?
O colete não é obrigatório. Pode ser considerado em situações selecionadas, especialmente em jovens com lesão recente e dolorosa do ístmo. Sua indicação e o tempo de uso precisam ser individualizados.
A infiltração pode ajudar em alguns casos de dor irradiada para a perna. Ela busca aliviar a inflamação próxima ao nervo, mas não corrige o deslizamento nem repara o defeito ósseo.
Posso continuar praticando esportes?
Em muitos casos, sim, com adaptações. Adolescentes e atletas com dor podem precisar de uma pausa temporária na modalidade, seguida de reabilitação e retorno progressivo.
A liberação considera a melhora dos sintomas, a recuperação da força e do controle dos movimentos, além das características da lesão. Agende uma consulta antes de definir restrições ou voltar a atividades intensas.
Quando a cirurgia é considerada?
A cirurgia pode ser discutida quando há:
- Dor incapacitante que persiste apesar de tratamento conservador adequado.
- Perda de força importante ou progressiva.
- Aumento significativo do deslizamento.
- Deformidade que compromete a postura ou a caminhada.
Quando indicada, a cirurgia frequentemente envolve uma artrodese, procedimento que une e estabiliza as vértebras do segmento afetado. Em casos selecionados, é possível reparar diretamente o defeito do ístmo. Se houver compressão de nervos, também pode ser necessária sua liberação.
A técnica e o momento da cirurgia são definidos individualmente.
Preciso repetir os exames?
O acompanhamento depende da idade, do crescimento restante, dos sintomas e do grau de deslizamento. Crianças e adolescentes podem precisar de radiografias periódicas para verificar se houve progressão.
Nos adultos com quadro estável, os intervalos podem ser mais espaçados. Leve à consulta os exames anteriores, pois a comparação ajuda a entender a evolução.
Quais sinais exigem atendimento imediato?
- Dificuldade nova para urinar ou esvaziar a bexiga.
- Perda do controle da urina ou das fezes.
- Dormência na região genital ou entre as pernas.
- Qualquer perda de força nas pernas.
Dor persistente, mudança na forma de caminhar ou piora progressiva da postura também justificam antecipar a avaliação médica.
Muitas pessoas com espondilolistese ístmica mantêm uma vida ativa e boa qualidade de vida. Agende uma consulta para analisar seu caso, esclarecer as dúvidas e construir um plano de acompanhamento ou tratamento adequado às suas necessidades.
Conteúdo educativo elaborado pelo Dr. Otávio Vitório · CRM-MG 86882 · RQE 62889. Não substitui a consulta médica. Ver o guia ilustrado completo
Quando buscar avaliação
Você se identifica com algum destes sinais?
A espondilolistese pode ou não causar sintomas, e o quadro varia de pessoa para pessoa. Uma avaliação médica é o caminho para entender o que está acontecendo.
- Dor na região lombar, principalmente durante determinados esforços
- Sensação de rigidez ou cansaço nas costas
- Dor que se estende para a nádega ou para a perna
- Formigamento, dormência ou perda de força em uma perna
- Alteração descoberta por acaso em um exame de coluna
- Diagnóstico de espondilolistese ou espondilólise e dúvida sobre cirurgia
Os sinais variam de pessoa para pessoa. Somente a consulta médica pode definir o diagnóstico e a conduta adequada. Em caso de dor intensa e repentina, perda de força nas pernas ou dificuldade para controlar urina ou fezes, procure um pronto atendimento.
Sua consulta
O que você terá na avaliação
Uma consulta pensada para você sair entendendo o seu quadro e os próximos passos.
- Avaliação clínica detalhadaExame físico da coluna, força, sensibilidade e reflexos.
- Análise do histórico e dos sintomasQuando a dor começou, como evoluiu e o que incomoda hoje.
- Análise dos seus examesLeve radiografias, ressonância ou tomografia, se já tiver. Se não tiver, você recebe a orientação sobre quais fazer.
- Esclarecimento das possibilidades de tratamentoCom linguagem clara, incluindo as opções sem cirurgia.
- Definição dos próximos passosVocê sai sabendo o que fazer a seguir.
Sobre o médico
Conheça o Dr. Otávio Vitório
Ortopedista e Cirurgião da Coluna em Belo Horizonte
CRM MG 86882 | RQE 62889
-
Graduação em Medicina
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
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Residência em Ortopedia e Traumatologia
Hospital Felício Rocho
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Especialização em Cirurgia da Coluna
AO Spine e Hospital Universitário Cajuru
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Professor e Instrutor da AO Spine
Organização mundial de ensino e pesquisa em cirurgia de coluna
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Equipe de Cirurgia de Coluna
Hospital Felício Rocho
Depoimentos
O que dizem os pacientes que já passaram pelo consultório
Mais mencionado pelos pacientes
“Dr. Otávio é muito especializado, o que nos traz segurança e compreensão do quadro. Apresenta as possibilidades de tratamento sempre de forma conservadora, direta e objetiva.”
“Sou profundamente grato ao Dr. Otávio pelo sucesso da cirurgia de hérnia de disco e por todo o cuidado que recebi.”
“Ele me explicou detalhadamente minha situação e me passou todas as orientações necessárias, mesmo grávida de 26 semanas. Agora estou muito mais segura para dar continuidade ao tratamento.”
“Fez um exame detalhado e explicou a causa da minha dor. Senti mais conforto assim que iniciei o tratamento indicado.”
“Buscou entender a causa do problema para solucionar da melhor maneira. Atencioso e pontual em todo o atendimento.”
“Ótimo atendimento, com foco e atenção no paciente.”
Dúvidas frequentes
Antes de agendar
Espondilolistese sempre precisa de cirurgia?
Não. Muitos pacientes não apresentam sintomas, e boa parte daqueles que sentem dor melhora com tratamento sem cirurgia, principalmente quando o deslizamento é pequeno. A cirurgia pode ser discutida quando há dor incapacitante que persiste apesar de tratamento adequado, perda de força importante ou progressiva, aumento significativo do deslizamento ou deformidade.
Preciso ter exames para agendar?
Não. Se você já tem radiografias, ressonância ou tomografia da coluna, leve para a consulta. Se não tem, o médico orienta quais exames são necessários para o seu caso.
Como funciona a consulta e qual o valor?
A consulta é particular, no valor de R$ 600, com hora marcada, no consultório do Prado, em Belo Horizonte.
Como faço para agendar?
Você pode agendar sua consulta pelo WhatsApp.
Onde fica o consultório?
Rua Jaceguai, 208, Sala 708, Edifício Cayler, Prado, Belo Horizonte/MG. O edifício tem estacionamento próprio.
Localização
Onde encontrar o Dr. Otávio
Consultório — Prado
Rua Jaceguai, 208 — Sala 708, Edifício Cayler
Prado, Belo Horizonte/MG — 30411-073
Estacionamento
Vagas disponíveis no próprio edifício, com fácil acesso para quem chega de carro.
Também atende em
Hospital Felício Rocho (Barro Preto) e Elcenter (Contagem), para procedimentos e infiltrações.
Conhecimento que vai além do consultório
Conhecimento que circula entre especialistas
O Dr. Otávio Vitório mantém atuação acadêmica e científica em cirurgia da coluna, participando de congressos internacionais, do ensino pela AO Spine e da produção de pesquisa na área.
- Global Spine Journal (2026) — Mechanical Instability After Civilian Thoracolumbar Gunshot Injuries: A Systematic Review to Support Classification Development
- Coluna/Columna (2026) — Surgeon Preference as a Key Factor in Decision Making in Degenerative Spondylolisthesis
- Coluna/Columna (2025) — Clinical, Diagnostic, and Therapeutic Aspects of Chordoma: A Narrative Review
- Coluna/Columna (2025) — Management of Retained Gunshot Injuries to the Spine: A Systematic Literature Review
- Tratado de Cirurgia da Coluna Vertebral (Dilivros, 2026) — Autor de quatro capítulos: vertebrectomia torácica e lombar nas neoplasias, sacrectomia, instabilidade vertebral em neoplasia de coluna e lesões traumáticas do sacro
Congressos recentes
- Global Spine Congress 2025 (AO Spine) — apresentação na sessão Rapid-Fire, em português
- Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia 2025 — Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
- 20º Congresso da Sociedade Brasileira de Coluna (Curitiba, 2026) — apresentação de pôsteres científicos
- 25º Congresso Mineiro de Ortopedia e Traumatologia (Ouro Preto, agosto de 2026) — participação em debate de mesa-redonda
Congressos, eventos e produção científica









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